Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comportamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Como se prevenir de alterações sucessivas em projetos de clientes?

"-Gostei muito da proposta, mas não ficou como eu pensei. Será que podemos re-fazer de novo, só que usando outro conceito?
-Eu achei que ficou legal azul, será que você poderia me mandar um vermelho, um verde, um rosa, e um de cada cor do arco-íris pra eu decidir?”
-O cartão ficou legal, mas eu não quero mais um cartão. Será que você pode fazer um panfleto?”
Quando você envia um projeto para um cliente, e recebe de volta um pedido de alteração, atende com todo o prazer. Claro, afinal o projeto precisa ser aprovado pelo cliente e ele pode fazer as alterações que forem convenientes. Mas quando estas alterações vão além do que você esperava, ou estava disposto a atender, o que você faz?

Como reagir diante de incontáveis pedidos de alteração?

A resposta para esta questão é simples, e até a sua avó sabe:
“Prevenir é melhor que remediar”
Boa parte dos profissionais criativos, principalmente os recém chegados ao mercado caem nesta terrível armadilha e tortura sem fim. Alterar, alterar, alterar, mudar, alterar. A famosa “refação” aflige até mesmo os mais experientes. Mas existe um conjunto de soluções que podem ser adotadas. Na verdade, um conjunto de documentos.
  • Briefing
  • Orçamento
  • Contrato
Estes três documentos, fundamentais para você “começar” o projeto podem garantir que você o “termine” mais rápido do que faria se não os tivesse. Por quê? Veja!

O briefing contém todas as informações importantes do projeto. O que ele é, o que ele será, o que você precisa fazer, que cores usar, fontes, imagens, textos, enfim, tudo mesmo! Ou pelo menos deve ter a maioria destas coisas. Ele é o seu roteiro, mostra os caminhos que você precisa andar até chegar ao resultado que o cliente quer. O que está no briefing é o que o seu cliente quer, e você fará os eu orçamento com base no que está ali.

No orçamento você descreve o valor do seu produto/serviço. Aqui você especifica quanto o seu cliente deverá pagar pelo projeto concluído, e também pode especificar uma taxa de suporte ou alterações que estejam fora do contexto do briefing.

Já o contrato é muito mais do que uma mera formalidade. Nele há o acordo firmado entre você e seu cliente. Nele podem haver cláusulas que tratem exatamente das alterações solicitadas pelo cliente. Sem um briefing e um orçamento, o contrato não pode fazer muita coisa. Você pode por exemplo, limitar as alterações com base no projeto que foi especificado no brief, na idéia central assinalada nele. Especificar como o orçamento aprovado deverá ser pago, que geralmente é com uma entrada de 50% do valor, com o restante do pagamento ao final do projeto. Alterações que não se enquadrem neste quesito podem ser cobradas separadamente, de acordo com o método de trabalho do designer. Se seu cliente, por exemplo, decidir fazer uma alteração que leve o projeto há uma idéia diferente do que ele expôs no brief, você pode oferecer-lhe um novo orçamento com base nas alterações, ou até mesmo um novo briefring para um novo projeto, pagos antes, os honorário do projeto anterior, que fora reprovado.

É importante dizer que isso não quer dizer que o cliente tem de aprovar algo que ele não queira. Mas sim que ele não pode “mudar” o projeto por completo. Deve-se respeitar suas decisões com base na sua expectativa, e relacioná-las com o briefing original. Se estiver de acordo com o que ele pediu, ou se você tiver interpretado a idéia dele de um jeito diferente, ele tem todo direito de solicitar altarações. O contrato também deve conter uma cláusula de rescisão, que garante que seu cliente possa desistir do projeto, e receba uma parte do que pagou de volta, desde que o acordo seja justo, e você receba o que direito pelo tempo que já dispensou no projeto dele.

Lembre-se! Você está prestando um serviço. Assim como um pedreiro cobra para mudar uma parede de lugar, depois que ela já havia sido construída em uma parte da casa, você precisa saber cobrar quando uma alteração divergente do esperado é solicitada.
Tomando estes cuidados, fornecendo um briefing para seu cliente preencher, depois orçando o serviço que ele solicita baseando-se no briefring e formalizando tudo através de um bem redigido contrato, você garantirá seus direitos e os do cliente, e se livrará de alterações abusivas. Mas só das abusivas viu! Não vá exagerar e atar as mãos do seu cliente e lhe vender a força um projeto que ele não quer.

E você? Como se previne ou se comporta diante destas situações? Compartilhe nos comentários!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Dicas pra ter uma postura profissional adequada

É preciso adotar uma postura profissional no ambiente para causar boa impressão.

O uso de celular para assuntos pessoais no trabalho deve ser comedido.

Quando se fala de postura profissional é possível imaginar trabalhadores sérios, que vivem apenas de realizar a função na empresa. Mas longe disso, é preciso traçar uma marca pessoal na carreira e isso é feito pelas atitudes que o funcionário tem no trabalho. A seriedade é algo que se busca para o campo profissional, mas é preciso saber como usar algumas ferramentas que contribuem positivamente para a carreira. Para isso, confira as dicas que a AGE tem pra você.

Etiqueta: Muitas empresas adotam as "baias" aos invés de diversas salas para os funcionários trabalharem. Nesse caso, onde muitas pessoas trabalham em um só ambiente é preciso fazer bom uso da etiqueta profissional. Falar muito alto ou fazer piadas podem incomodar os demais trabalhadores e nao causam boa impressão.

Afinidades: Pelo convívio diário algumas afinidades podem surgir no trabalho, porém é necessário tratar todos com profissionalismo. As relações pessoais certamente podem surgir,mas não é este o mais importante. é preciso tratar todos cordialmente, mesmo que não haja nenhuma afinidade. Isso é profissionalismo.

Roupas: O modo como o profissional deve se vestir para trabalhar deve estar de acordo com a política da empresa. Mas seja qual for o padrão exigido pela firma, é preciso evitar roupas e acessórios que chamem mais atenção para a produção do que para o trabalho desenvolvido pelo colaborador.

Gentileza: É preciso ser gentil e educado no dia a dia na empresa, para manter o relacionamento interpessoal. A dica vale tanto para funcionários de cargos menores como para quem possui um cargo mais elevado na hierarquia empresarial.

Tarefas pessoais: Ausentar-se da mesa de trabalho para atender telefone é o mais indicado para quem não pode abrir mão de usar o celular para tratar de assuntos pessoais. Em casos excepcionais emque será preciso usar o celular diversas vezes é preciso avisar um superior sobre o motivo das ligações.

Internet: Há firmas que limitam o uso da internet para os funcionários. Mas em outras o uso é livre,é preciso saber usar profissionalmente o computador da empresa para não se comprometer com a visita de páginas impróprias.

Uniforme: O ideal é que se leve uma segunda opção de roupa e retire o crachá da empresa quando o funcionário for do serviço para um evento pessoal. Isso faz com que a empresa não fique mal vista se o evento for comprometedor.